quinta-feira, 3 de setembro de 2015

ACIDENTE MATA MOTOCICLISTA NA PA-242

Uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida em um acidente automobilístico ocorrido na altura do km 12, da rodovia PA-242, entre os municípios de Peixe-Boi e Capanema, no nordeste do Estado. No acidente, Jailton Teixeira da Silva, de 28 anos, morreu na hora e a namorada dele, identificada apenar por Suely, ficou ferida. A tragédia aconteceu na terça-feira (1), por volta das 19h.

Jailton e Suely teriam passado o dia se divertindo no balneário Urubuquara, em Peixe-Boi. Ao anoitecer, o casal de namorados saiu em uma motocicleta modelo Broz em direção ao município de Capanema, onde o rapaz residia no bairro de Fátima. No meio da viagem, o condutor teria se desequilibrado, saído da pista e colidido violentamente em um barranco. As informações foram repassadas por Suely à uma equipe da Polícia Militar, que atendeu a ocorrência.

A jovem foi socorrida e transportada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas de Capanema. Até o fechamento dessa edição, o quadro clínico dela era considerado delicado. O corpo do rapaz foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade de Castanhal. Na manhã de ontem foi liberado para velório e sepultamento.

Jailton Teixeira da Silva deixou dois filhos, um de 8 e outro de 12 anos de idade, que residem com a mãe deles no município de Santa Maria do Pará, também na região nordeste do Estado.

Reportagem: Tiago Silva

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

INCÊNDIO ATINGE RESIDÊNCIA EM CASTANHAL

Uma residência de alvenaria pegou fogo na tarde de ontem, na rua Tiradentes, em frente a Praça do Bairro Estrela, em Castanhal, no nordeste paraense. Ninguém ficou ferido. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o fogo teria começado no segundo andar da residência e pode ter sido motivado por um curto circuito. O local ficou destruído.

Vizinhos tentaram ajudar a família a retirar os móveis, até a chegada do socorro. Outros apenas filmavam e fotografavam o incêndio. Uma viatura do Corpo de Bombeiros esteve no local e controlou as chamas.

Parte da família estava na residência no momento que o fogo começou, por volta das 15h. Eles conseguiram sair do local sem ferimentos.

Reportagem: Tiago Silva

DUPLA É PRESA POR ASSALTO A MÃO ARMADA

Antônio Enrique Bezerra, 22, e Felipe Lima dos Santos, de 25 anos, são acusados de terem roubado um aparelho celular. O crime foi praticado na noite de anteontem, na localidade de Jambu-Açu, zona rural do município de São Francisco do Pará, no nordeste do Estado. O objeto roubado teria sido encontrado com os acusados, que foram detidos por uma equipe da Polícia Militar, formada pelos cabos Câmara, F. Silva, Adriano e soldado França.

A vítima, uma jovem de 23 anos de idade, disse à polícia que caminhava tranquilamente em via pública quando, por volta das 19h, foi abordada por dois homens, que estavam em uma motocicleta modelo Fan 150 cilindradas de cor vermelha. “Eles apontaram a arma em minha direção e disseram que era um assalto. Eu dei para eles o meu aparelho celular e depois fui correndo até o destacamento de Jambu-Açu e acionei a polícia”, contou a vítima.

Em menos de uma hora, a dupla foi interceptada na saída de São Francisco do Pará. “Fizemos a revista e, com um dos acusados, encontramos um revólver calibre 38 contendo uma munição intacta no tambor. Com outro suspeito encontramos o aparelho celular, que havia sido roubado da jovem”, relatou ao BLOG, o cabo PM Câmara.

Os acusados, Antônio Enrique Bezerra e Felipe Lima dos Santos foram apresentados na delegacia de Polícia Civil de São Francisco do Pará. Eles preferiram não falar nada à imprensa. “O delegado informou que iria autuar eles por crime de assalto a mão armada. Os mesmos ficaram de ser transferidos para o presídio de Castanhal”, informou o sargento PM Edmar.

Reportagem: Tiago Silva

JOVEM É FLAGRADO COM ARMA DENTRO DE FESTA

Darley Ribeiro da Silva, de 19 anos, foi detido após ter sido flagrado em poder de uma arma de fogo municiada. Ele curtia o “Festival do Açaí”, no município de Inhangapi, região nordeste do Estado, quando foi abordado e revistado por policiais do grupamento Rondas Ostensivas Com Apoio de Motocicletas (ROCAM), do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM). O acusado foi detido na noite de segunda-feira (31) última, por volta das 23h30min.

“Uma pessoa que estava na festa nos informou que foi até o banheiro e viu quando um rapaz de camisa vermelha e chapéu preto deixou aparecer um revólver na cintura. Minutos depois avistamos o suspeito, fizemos a abordagem e, durante revista pessoal, encontramos, na cintura do mesmo, um revólver calibre 38 contendo seis munições intactas”, informou o soldado Geconias.

O policial militar informou ainda que dois aparelhos celulares foram encontrados em um dos bolsos da bermuda do suspeito. “Dentro de um dos celulares, atrás da bateria, estavam duas ‘petecas’ de pasta base de cocaína”, disse o soldado Geconias. O suspeito foi levado para a delegacia de Castanhal, onde o delegado Machado Serrão de Castro o autuou, em flagrante, por crime de porte ilegal de arma de fogo.

Darley Ribeiro da Silva preferiu não dizer ao BLOG o que planejava fazer com o revólver, que estava com a numeração raspada. Ele ficou de ser encaminhado para o Centro de Recuperação de Castanhal (CRCAST), para ficar à disposição da justiça.

Reportagem: Tiago Silva

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

ASSASSINO DE PROFESSOR AINDA ESTÁ FORAGIDO

O delegado Temmer Khayat, titular da Delegacia de Homicídios (DH), informou que a Polícia Civil já possui pistas sobre o assassino do Professor de Educação Física e personal trainer Gilberto Oliveira, que não teve a idade revelada, morto com cinco tiros, a queima-roupa, na noite da última sexta-feira (28), em Castanhal, no nordeste do Pará.

Vítima
“Ouvimos relatos de pessoas próximas à vítima e já temos uma forte indicação da motivação e até mesmo da autoria do crime, mas nada que possamos divulgar ainda, para não atrapalhar o andamento das investigações, porém todas as medidas já foram tomadas e as investigações já estão bastante avançadas”, disse o delegado Temmer Khayat, ontem em entrevista ao BLOG.

Gilberto Oliveira era professor de Educação Física e trabalhou por 15 anos como personal trainer em uma academia, localizada no bairro do Cristo, em Castanhal. Na noite de sexta-feira (28), ele e uma amiga de trabalho saíram da academia acompanhados de outra mulher, que seria aluna. Os três saíram na motocicleta da vítima. A possível aluna foi deixada na casa dela. Já em frente a residência da amiga de trabalho, localizada na Alameda Iracema com a Avenida Barão do Rio Branco, no bairro Nova Olinda, Gilberto Oliveira foi executado com cinco tiros efetuados por um homem que trajava bermuda e camisa escura. A execução ocorreu por volta das 22h.

Essas informações estão no Boletim de Ocorrência (BO), que foi registrado na delegacia do centro de Castanhal, pela funcionária da academia, que estava próximo ao personal, no momento em que ele foi assassinado. Ela, que iremos preservar o nome, disse que não conseguiu identificar o executor, porque ficou de costas quando os tiros foram efetuados. “Quando chegamos em frente de minha casa, o assassino já estava parado, em cima de uma motocicleta, acho que uma Titan de cor preta, ao lado de um poste com a luz apagada”, relatou a testemunha.

Ela relatou ainda que o suspeito puxou uma arma da cintura e foi em direção ao personal trainer dizendo que não se tratava de um assalto e, em seguida, efetuou os disparos fatais. A vítima ainda teria pedido para que o suspeito tivesse calma. Em seguida, o atirador fugiu tomando rumo ignorado e ainda não foi preso.  O corpo do professor foi velado no sábado, em Castanhal. Ao meio-dia seguiu para Belém, onde foi sepultado.

Nas redes sociais, amigos da vítima lamentaram a morte e pediram paz. “Onde vamos parar com tanta violência, em Castanhal? Nós, do ‘Programa Corpo Saudável’ lamentamos a perda do professor ‘Beto’, escreveu Rosângela Mota. “Era com um sorriso que ele me recebia todos os dias na academia. Não só eu, mas também todos os seus alunos, lembrou Karina Monteiro. “Ele me dava aula de educação física no Ceadep Castanhal quando eu era criança. Sempre foi uma boa pessoa”, disse Mateus Silva.

Já o Guarda Municipal Amyntas escreveu em sua página do Facebook que “O governo pode fazer algo (para combater a insegurança), só que não faz. Não sei por quê. Para a gente ver o descaso basta ir à delegacia fazer um boletim de ocorrência que a gente se sente como se nem existisse! Os bandidos agem e se organizam igual a um relâmpago”, criticou o agente público.

Reportagem: Tiago Silva

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

BALAS PERDIDAS MATAM CRIANÇA DE 4 ANOS EM CASTANHAL

A cidade de Castanhal, no nordeste do Estado, ficou consternada com mais um crime violento. Na noite da última quarta-feira (26), por volta das 20h30, no bairro Santa Lídia, uma criança de apenas quatro anos de idade morreu, após ser baleada por dois homens. Os pais da menina também foram atingidos, mas não correm risco de morte. A morte provocou muita comoção e revolta.


O caso foi registrado na delegacia do centro de Castanhal, onde se encontrava de plantão o delegado Rodrigo Venoso Zambardino, da Polícia Civil. Consta no Boletim de Ocorrência (BO) que, antes da tragédia, dois homens passaram em uma motocicleta pela rua 13 de Maio e atiraram contra um rapaz, identificado por Bruno Felipe Portela, que não foi atingido. Ele forneceu as informações para o B.O. Em seguida, de acordo com o que está registrado no B.O., Bruno foi à rua Antônio Horácio e passou a conversar com um casal, próximo a um posto médico, quando novamente surgiu a dupla na motocicleta. Mais tiros foram disparados e Bruno, mais uma vez, não foi atingido.

Contudo, os tiros acertaram os braços de Wellington Branco Galeno, 24, e de Jéssica da Silva e Silva, 20. Ela carregava no colo sua filha, Bruna Natacha da Silva, de 4 anos. A criança acabou levando três tiros, um deles na cabeça. Mãe e filha foram socorridas pela guarnição do sargento Cesar, composta pelo cabo Célio e pelo soldado Tadson. Elas foram levadas dentro da viatura da Polícia Militar até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas, onde a criança não resistiu aos ferimentos e morreu. Jéssica precisou ser transferida com seu esposo, Wellington, para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, de Ananindeua.

Bruno Felipe Portela, que seria o alvo dos assassinos, foi convidado a comparecer na delegacia para prestar esclarecimentos e informou os nomes dos atiradores. Ele relatou que estava sendo ameaçado de morte, mas não deu mais detalhes sobre as ameaças.

O corpo de Bruna Natacha da Silva foi removido pra o Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exame de necropsia e depois foi entregue aos familiares. Na manhã de ontem, foi velado na casa dos avós maternos, situada na primeira rua do bairro Jaderlândia, e sepultado às 9h de hoje no cemitério daquele bairro. Consternados com o ocorrido, familiares preferiram não gravar entrevista.

"Dessa vez uma linda criança foi vítima fatal de um ato covarde. É claro que muita coisa precisa melhorar, mas tenham certeza de que nossos policiais estão se esforçando ao máximo para atender a população", informou o coronel França, comandante do 5° Batalhão de Polícia Militar (BPM). O oficial PM acrescentou que a Polícia Civil já iniciou as investigações e já tem informações sobre os acusados que, entretanto, até o fechamento dessa edição, ainda não haviam sido presos.

CRIANÇA MEIGA

A escola Rita de Cássia, onde Bruna Natacha estudou por seis meses, amanheceu com um pano escuro colado no
portão, simbolizando o luto. "Ela era uma menina meiga e bastante inteligente. Infelizmente mais uma vida inocente foi ceifada de forma trágica", lamentou a professora Lilian Cavalcante.

"Ela gostava muito de estudar e já até tinha aprendido a escrever o próprio nome", acrescentou Lucicleide Maria, diretora da escola. Outros funcionários da unidade escolar lagrimaram quando visualizaram algumas fotos da aluna praticando atividades em sala de aula.

Reportagem: Tiago Silva

IRMÃOS SÃO ASSASSINADOS A TIROS DENTRO DE CASA

Uma mãe que ouviu seus dois filhos serem assassinados com vários tiros, a maioria na cabeça, efetuados por desconhecidos e ela não pôde fazer nada para defendê-los, somente gritar por socorro. O duplo homicídio aconteceu na noite de terça-feira (25), no bairro Ianetama, periferia da cidade de Castanhal, no nordeste do Estado. As vítimas foram identificadas como Jhony Nascimento Gonçalves, 18, e Cristiano Nascimento Gonçalves, de 26 anos.

Em depoimento prestado na delegacia do centro de Castanhal, a mãe dos dois rapazes assassinados, que pediu para não ser identificada, contou que estava assistindo televisão em sua residência de madeira, localizada na rua Sebastião Bispo, próximo a um canal, quando, por volta das 23h30min, a porta da cozinha foi arrombada por dois homens encapuzados. “Eles chegaram dizendo – ‘polícia, polícia’ – eu ainda tentei fugir pela janela com o Cristiano, mas outro homem encapuzado, que estava do lado de fora, mandou a gente voltar”, contou.

A dona de casa foi separada pelos desconhecidos, sendo confinada em um dos compartimentos da casa, enquanto que seus dois filhos foram levados para outro quarto e executados com vários tiros a queima-roupa. Os corpos manchados com sangue ficaram jogados sobre uma cama. Em seguida, os executores fugiram em um carro de cor escura. “O bairro Ianetama está muito perigoso! Na semana passada um assaltante matou uma idosa de 63 anos com cinco facadas. Agora esses dois irmãos foram mortos de forma cruel”, comentou um morador, na cena do crime.

Antes, Cristiano Nascimento Gonçalves residia no município de São Miguel do Guamá, onde havia sido preso duas vezes por envolvimento com o tráfico de drogas e uma vez por roubo, segundo a própria mãe dele. Já Jhony Nascimento Gonçalves, 18, que recentemente havia adquirido um carro, através de um sorteio, não teria qualquer tipo de envolvimento com a criminalidade.

O duplo homicídio foi registrado pelo delegado Rodrigo Galende. O policial civil informou que irá investigar para tentar descobrir o que realmente teria motivado as duas mortes. Até o fechamento dessa edição, os assassinos ainda não haviam sido presos e nem identificados.

Reportagem: Tiago Silva