sábado, 7 de outubro de 2017

Pena agravada: acusado de tráfico xinga e faz ameaças à delegada durante audiência em Castanhal

Durante a manhã de quinta-feira (05), no Fórum de Castanhal, aconteceu a audiência de Clever Ribeiro Gomes, preso com 22 quilos de maconha do tipo “Limãozinho”, vinda do Paraguai para o bairro Novo Estrela, em Castanhal. A prisão aconteceu em 24 de abril deste ano e foi efetuada por policiais civis da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc).
Na época foi apreendido ainda um revólver calibre 38 com 6 munições intactas. Na ocasião a companheira de Clever também foi presa, identificada como Juliete Lima da Silva. A mãe do acusado e a filha dele, uma criança, estavam no local no momento da batida policial.
Pois é, após 5 meses, ontem foi a audiência de Clever, perante o Juiz de Direito, o promotor de justiça e os policiais envolvidos na missão. O problema e que ao sair do salão do júri, ao ver a delegada da Denarc, Clever xingou ela com palavras de baixo calão com tom de ameaças e fazendo acusações pesadíssimas, na frente de várias testemunhas. Após isso, o preso foi conduzido até a Seccional do Jaderlândia para mais um processo. Pode responder na justiça pelos crimes de difamação e calúnia contra a delegada da Divisão de Estadual de Narcóticos (Denarc).
Clever Ribeiro Gomes é um elemento considerado de alta periculosidade. Ele já respondia por um homicídio em Marabá e outro homicídio em Castanhal. Retornou para o presídio após xingar e ameaçar a delegada dentro do Fórum de Castanhal.
Por Tiago Silva (Últimas Notícias)

Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra autor de dois homicídios em Castanhal

Na tarde de quinta-feira (05), policiais civis da Divisão de Homicídios do Apeú, sob o comando do delegado Nélio Magalhaes, deram cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela justiça contra Jhonatan Adolfo Vilhena Costa, o qual foi identificado como sendo o autor de 2 homicídios e 1 tentativa de homicídio ocorridos no Apeú.
As vítimas foram: Celso Alves da Silva Sousa, 28 anos, assassinado a tiros, em oito de julho deste ano, por volta de 1h da madrugada de um sábado, na rua Alzira Martins, área também conhecida como o “Morro do Papagaio”, no Apeú. A motivação do crime teria sido por dívida de drogas, segundo a Polícia Civil.
Outra vítima foi David Bryan de Sousa, 24 anos, também assassinado a tiros na área do Apeú, mais precisamente em um local conhecido como “Prainha”, ocorrido em quinze de julho deste ano, por volta das 19h de um sábado. David Bryan morreu sentado numa cadeira e sobre uma mesa, com um dos tiros no pescoço enquanto tomava cerveja. A motivação seria por vingança, já que, em outra data, David teria desferido algumas facadas em um primo de Adolfo, o assassino.
Jhonatan Adolfo também tentou contra a vida de Sérgio Alves da Silva Sousa, de 24 anos, fato ocorrido em oito de agosto deste ano, na entrada do ramal do Itaqui, ainda na área do Apeú. Jhonatan Adolfo teve conhecimento de uma possível vingança por parte de Sérgio, que era irmão de Celso Alves, que já tinha sido assassinado por Jhonatan Adolfo. Ele efetuou vários disparos de arma de fogo contra Sérgio que passou vários dias internado em um hospital da capital paraense.
Após informações sobre a residência, que vinha sendo utilizada como esconderijo, também localizada no Apeú, policiais civis se dirigiram até o local informado, onde Jhonatan Adolfo foi encontrado. Durante as buscas, dentro da casa, foram encontrados os seguintes entorpecentes: cocaína, maconha e pasta base de cocaína, além de apetrechos para o preparo de drogas, motivo pelo qual, além do cumprimento dos mandados de prisão preventiva, o acusado também ficou de ser autuado por associação ao tráfico de drogas.
Uma mulher, que seria a responsável pela residência, identificada até o momento apenas pelo prenome de Cecília, também ficou de ser autuada por tráfico e associação ao tráfico de drogas. É mais um homicida retirado de circulação pela equipe da Divisão de Homicídios do Apeú.
Por Tiago Silva (Últimas Notícias)

Fiscal da Prefeitura de Castanhal é preso por crime de corrupção passiva

Na manhã de quinta-feira (05), o dono de um lava-jato, localizado na rua Comandante Assis, no bairro Estrela, foi até à delegacia do centro de Castanhal e afirmou que, na semana passada, um fiscal da prefeitura de Castanhal, identificado como Lucas Matos De Almeida tinha ido até seu estabelecimento comercial para realizar vistoria para liberação de alvará de funcionamento, ocasião em que, segundo o denunciante, o fiscal teria informado sobre a necessidade de recolhimentos do ISS (imposto sobre serviços), o qual ficaria em torno de R$ 4.000,00.
O microempresário disse que respondeu que se tivesse que pagar esse valor de 4 mil reais acabaria fechando as portas. O fiscal teria proposto o pagamento de 10% desse valor, ou seja, R$ 400 reais, para que não cobrasse o tributo total. Como o dono do lava-jato não possuía o valor em mãos, teriam combinado o pagamento para essa semana, no caso, última quinta-feira (05). Quando se encontrava na delegacia ontem pela manhã, o microempresário disse que recebeu uma ligação do fiscal dizendo que estava no lava-jato para receber o dinheiro.
A equipe da delegacia do centro se deslocou imediatamente para o local, onde ficou à espera da saída do fiscal. Logo após deixar o estabelecimento, os policiais abordaram o fiscal, que deixava o local em seu carro, oportunidade em que ele foi revistado, tendo sido encontradas em seu bolso as quatro notas de R$ 100 recebidas do dono do lava-jato, às quais já tinham sido copiadas e autenticadas previamente.
A Polícia Civil informou que o fiscal Lucas Matos de Almeida foi autuado em flagrante pelo crime de corrupção passiva. Em nota, a Prefeitura de Castanhal informou que não compactua com atividades ilícitas. Disse ainda que, se tudo for comprovado, tomará todas as providências cabíveis para apuração do caso e responsabilização do servidor.
Fonte: Tiago Silva (Últimas Notícias)

Vereador e idosos são presos por fraude no INSS em Castanhal

Cinco pessoas foram na quarta-feira (4), município de Castanhal, no nordeste paraense, acusados de integrar uma quadrilha que realizava fraudes no INSS. Entre os acusados, estão duas mulheres, dois idosos e um vereador do município de Itinga, no Maranhão.
O caso foi descoberto após servidores do instituto alertarem a polícia sobre duas mulheres que, de forma suspeita, tentavam tranferir benefícios previdenciários do Maranhão para a agência de Castanhal. Lá, os policiais encontraram Lucilene da Silva Santana e Maria Irismar Ferraz da Silva, que entraram em contradição e tentaram apresentar nomes falsos aos policiais.
As duas acabaram revelando a fraude e afirmaram que o esquema era encabeçado pelo vereador Raidean Silva Conceição, de Itinga, que estaria em Castanhal, tentando realizar outro golpe. Uma ação de busca foi organizada, e os policiais localizaram o vereador em um carro, acompanhado de dois idosos, identificados como Francisco Ferreira Gonçalves e Agripino Moreira.
Com eles, foram  foram encontradas diversas carterias de identidade falsas, com as fotos dos idosos, mas nomes falsos. Eles também confirmaram que o esquema era coordenado pelo vereador.Em interrogatório pelos policiais, Raidean permaneceu calado.
Todos foram autuados em flagrante pelos crimes de de Associação Criminosa, Falsificação de Documento Público,  Uso de Documento Falso e Estelionato.
(Com informações de Tiago Silva/Diário do Pará)

Uma pessoa fica ferida e duas morrem vítimas de baleamento em Castanhal

Uma pessoa ficou ferida e outras duas morreram após serem alvejadas por disparos de arma de fogo, na cidade de Castanhal, região do nordeste paraense. Os crimes aconteceram durante a noite de terça-feira (3) e a madrugada de ontem. Os atiradores ainda não foram identificados pela Polícia Civil, que investiga os casos.
O primeiro crime aconteceu na primeira rua do bairro Jaderlândia, por volta das 20h15min de terça-feira. A vítima foi identificada como Willian Pereira Lira, de 19 anos. Willian estava de bicicleta quando foi abordado por um homem de jaqueta preta, que efetuou os disparos. Em seguida, o assassino fugiu do local em uma motocicleta sem ser identificado por testemunhas. Atingida, a vítima caiu no chão e morreu no local. “Willian tinha um passado de envolvimento com a criminalidade e também era usuário de drogas”, disse o delegado João Inácio, da Polícia Civil.
TENTATIVA DE EXECUÇÃO
Ainda na noite de terça-feira, um cabo da Polícia Militar sofreu tentativa de homicídio. Ele estava às proximidades de um supermercado, situado às margens da rodovia BR-316, próximo ao bairro Jaderlândia, quando foi abordado por um motociclista. O militar disse que o homem chegou logo atirando sem anunciar assalto. Houve troca de tiros, mas o desconhecido não foi atingido, apenas o policial militar que foi alvejado na altura do supercílio. A bala ficou alojada abaixo da orelha esquerda. Por conta própria, o militar se dirigiu à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas, onde foi medicado. Ele já recebeu alta médica e passa bem.
OUTRO CASO
Já na madrugada de ontem, por volta das 3h, um cidadão ligou para o número de emergência (190) informado que havia escutado um disparo de arma de fogo vindo da rua Francisco Laureano, entre as ruas Raquel Lemos e a Comandante Assis, quase no centro comercial de Castanhal. A informação foi repassada, via rádio comunicador, para uma guarnição da Polícia Militar, que foi até o endereço informado e encontrou um corpo estendido no chão. Depois, a vítima foi identificada como Marcos José Rodrigues de Souza, de idade não informada.
Marcos José morreu após ser alvejado por um tiro na pá esquerda. Ele caiu de bruços e teria morrido afogado com o próprio sangue que expulsava pela boca. “No local, foi encontrada uma mochila, que seria de Marcos. Dentro da mochila foi encontrada uma serra, além de outros tipos de ferramentas e um cachimbo artesanal”, relatou o delegado João Inácio. Marcos era irmão de um guarda municipal, que confirmou que marcos realmente era usuário de drogas. “Em menos de um ano, perdemos 2 irmãos vítimas de baleamento”. Outro irmão que o agente de segurança pública se refere trata-se de Fábio Rodrigues de Souza que, no início do mês de março deste ano, morreu a tiros na Vila Trindade, zona rural do município de Inhangapi, região do nordeste paraense.
A motivação e autoria dos crimes ainda são desconhecidas. Todos os casos foram registrados na Delegacia de Polícia Civil do centro de Castanhal, no plantão do delegado João Inácio, mas serão investigados pela equipe da Divisão de Homicídios do Apeú, Distrito castanhalense, que tem a frente o delegado Nélio Magalhães. Quem tiver qualquer informação que leve a localização dos atiradores pode ligar para o número 181. O denunciante não precisa se identificar.
Fonte: Tiago Silva / Diário do Pará

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Clínico geral é preso acusado de estupro contra a própria filha

Na tarde de terça-feira (3), policiais civis do município de Curuçá, nordeste paraense, se deslocaram até o município de Marapanim, na mesma região, para dar cumprimento a um mandado de prisão expedido pela justiça contra o médico clinico geral Paulo Sérgio Sales Brabo, de 58 anos, acusado de ter cometido crime de estupro de vulnerável contra a própria filha. O crime, segundo a denúncia, aconteceu em 2010, em Belém. Na época, a vítima tinha 7 anos.

A prisão do acusado aconteceu no Hospital Municipal de Marapanim, no momento em que Paulo Sales se preparava para atender pacientes. Ele foi apresentado na 12ª Seccional Urbana do bairro Jaderlândia de Castanhal. Após ser ouvido, o clínico geral ficou de ser encaminhado para o presídio Anastácio das Neves, no complexo penitenciário de Santa Izabel, região metropolitana de Belém. 

O acusado nega e disse que vai recorrer da decisão da justiça para provar sua inocência. Por outro lado, o delegado Rairton Carneiro, da Polícia Civil, disse que o caso já foi transitado e julgado, não cabendo recurso.

O médico foi condenado a pagar 12 anos de reclusão em regime fechado. O mandado de prisão foi expedido pela Vara de Crimes contra crianças e adolescentes de Belém.

Por Tiago Silva (Diário do Pará)


Na delegacia, avó agride neto acusado de cometer roubo a ônibus

A Polícia Militar prendeu, no início da noite de anteontem, por volta das 19h30min, uma dupla após um roubo praticado em um ônibus, na cidade de Castanhal, região do nordeste paraense. O crime foi anunciado quando o coletivo trafegava pela rodovia BR-316, às proximidades do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), situado no Apeú, Distrito Castanhalense.

As vítimas (passageiros, cobrador e motorista) disseram que os assaltantes foram extremamente agressivos. Os bandidos, sob grave ameaça, roubaram dinheiros e vários pertences pessoais. Em seguida, a dupla desceu do veículo e fugiu. Rapidamente, o motorista se dirigiu até o Batalhão da PM, onde pediu ajuda. As informações foram repassadas, via rádio, a uma guarnição que realizava ronda ostensiva às proximidades. Os cabos Claudemir e Keila localizaram dois suspeitos já no bairro Titalândia. Houve a abordagem e, durante revista pessoal, foi encontrado um simulacro de arma de fogo, além de uma arma de fogo de fabricação artesanal.

Ainda com os suspeitos foram encontrados vários objetos, como: telefones celulares, bolsas femininas e masculinas, cordões, relógios de pulso e pulseiras. Certa quantia em dinheiro também foi encontrada. Tudo era fruto do roubo praticado no ônibus. A dupla foi identificada como Paulo César da Costa Silva e Breno Gomes de Souza, ambos de 19 anos. Eles foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil do Centro de Castanhal, onde foram reconhecidos pelas vítimas. “Os dois (Paulo e Breno) foram autuados pelo crime de roubo majorado com emprego de pessoas e uso de arma de fogo”, disse o delegado Vitor Fontes. Ainda de acordo com o policial civil, Paulo César já possuía passagem pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.

Na delegacia, a avó de Paulo César não se controlou e bateu no neto com tapas na cabeça e nas costas dizendo que ela não merecia passar por tal vergonha. Por sua vez, o neto respondeu a avó que já era adulto, que já estava morando sozinho e que era homem para responder a “liga” dele sozinho. Um dos familiares de Paulo César, que preferiu não se identificar, disse que ele era criado pela avó e pelos tios, que muitos conselhos eram dados a ele, mas que Paulo preferia ouvir conselhos das más companhias (amigos). A dupla está custodiada no Centro de Recuperação Regional de Castanhal (CRCAST).


Por Tiago Silva (Diário do Pará)